Aulas particulares de inglês online com EduBoost
O inglês é a matéria em que o Brasil acumula a maior defasagem: o EF EPI 2024 coloca o país na 80ª posição mundial, atrás de Argentina, Chile e a maior parte da América Latina. O sistema escolar brasileiro dedica menos de 200 horas de inglês entre Fundamental e Ensino Médio — o problema é o volume e a prática ativa. EduBoost oferece um percurso contínuo de inglês do 6º ano do Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio, alinhado à BNCC e ao CEFR (objetivo B2 ao final do EM). As sessões integram reconhecimento de voz (correção da pronúncia), audição de podcasts nativos, drill de vocabulário com repetição espaçada e produção escrita argumentativa. A voz do tutor é nativa, então o aluno se expõe diariamente a inglês autêntico em vez do sotaque abrasileirado típico da sala de aula.
Por que Inglês é estratégica
Inglês é cobrado no ENEM (Linguagens, Códigos e suas Tecnologias) e em quase todos os vestibulares concorrentes. Mestrados internacionais de USP, FGV, INSPER e Ibmec exigem TOEFL ou Cambridge B2-C1; programas de intercâmbio e oportunidades em multinacionais demandam fluência. A alavanca mais eficaz: 15-20 minutos diários de prática ativa em vez da aula semanal de uma hora.
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Como o EduBoost adapta as aulas a esta matéria
EduBoost prioriza fonologia e oral no Ensino Fundamental — 50 % do tempo de sessão, contra 15 % do currículo escolar brasileiro típico. O reconhecimento de voz detecta sons que brasileiros sistematicamente confundem (a /h/ aspirada que vira mudo, o /θ/ pronunciado como /f/ ou /t/, a vogal reduzida /ə/) e força a repetição até a pronúncia ficar correta. Para o ENEM, o trabalho intensifica a leitura B1-B2 (artigos do The Guardian, BBC News e National Geographic) — competência fortemente cobrada na prova de Linguagens.
Ferramentas integradas
- Reconhecimento de voz que compara a pronúncia do aluno com a de um falante nativo (oscilograma visível).
- Biblioteca de podcasts BBC, NPR, The Guardian Audio Daily classificados por nível CEFR com transcrição.
- Drill de vocabulário por temas (1 500 palavras prioritárias Fundamental, 3 000 para o ENEM) com repetição espaçada.
- Simulações de prova oral (10 minutos de monólogo) com análise de fluência, pausas e densidade lexical.
O que os pais perguntam
Minha filha tem medo de falar inglês na escola. O que o EduBoost faz?
A IA é paciente: nada de zoeira, nada de avaliação pública. A aluna pode repetir a mesma frase 10 vezes sem constrangimento. Essa desinibição costuma ser mais valiosa do que uma aula humana — muitos alunos se soltam em 2-3 semanas de prática sozinhos antes de ousar falar em grupo.
Substitui um intercâmbio nos EUA ou na Inglaterra?
Não — duas semanas de imersão oferecem uma experiência que nada substitui. Mas o EduBoost prepara e consolida: quem chega em Londres depois de 6 meses de prática diária aproveita três vezes mais a viagem do que quem parte do zero. A combinação mais eficaz: EduBoost na rotina e a cada dois anos um intercâmbio de 2-3 semanas.
Prepara para o TOEFL, IELTS ou Cambridge?
O EduBoost cobre o tronco comum e o nível B2 do ensino regular. Para certificações internacionais (Cambridge B2/C1, IELTS, TOEFL iBT) um coach humano especializado ainda é recomendado — esses testes têm formatos próprios. O EduBoost fornece a prática diária, o coach ajusta a estratégia.
Em qual idade começar?
Idealmente no 1º ou 2º ano do Fundamental para a fonologia: o ouvido ainda é plástico para integrar sons ausentes do português. Aos 9-10 anos, a criança já tem dificuldade para pronunciar uma /θ/ naturalmente. Começar com 10 minutos por dia desde o 1º ano deixa, ao final do Fundamental, uma vantagem que a maioria das aulas escolares não recupera.
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